O cotidiano se torna arte O cotidiano se torna arte



Théo Gosseling decodifica as partituras emocionais do cotidiano em suas imagens. ♥

Apenas seu mundo e sua câmara, em tons e texturas incríveis.

Via Fubiz

eh tempo de látex e onipotência eh tempo de látex e onipotência

Salgado Maranhão, afirma: a poesia não faz como a literatura de autoajuda, que aponta caminhos. Ela não dá receitas, dá autonomia. Não nos manda imitar o outro, quer que descubramos nosso próprio mapa.

Leia, abaixo, seu poema, Deslimites 10 (taxí blues) ♥:

eu sou o que mataram
e não morreu,
o que dança sobre os cactos
e a pedra bruta
– eu sou a luta.
o que há sido entregue aos urubus
e de blues
em
blues
endominga as quartas-feiras.
– eu sou a luz
sob a sujeira.

(noite que adentra a noite e encerra
os séculos,
farrapos das minhas etnias,
artérias inundadas de arquétipo)

eu sou ferro. eu sou a forra.

e fogo milenar desta caldeira
elevo meu imenso pau de ébano
obelisco às estrelas.

eh tempo em deslimite e desenlace!
eh tempo de látex e onipotência!

A foto é de Steve McCurry , no meu Tumblr.

Iluminações de um mundo louco: Maira Kalman Iluminações de um mundo louco: Maira Kalman

Ilustradora de livros infantis radicada en Manhatan (NYC), Maira Kalman é uma artista que pode ser encontrada, tanto nas páginas de um conto para crianças, como na revista The New Yorker ou em colaborações para o jornal The New York Times.

Mas acima de tudo, ela é uma contadora de histórias, que aborda ludicamente questões da existência: identidade, mortalidade, solidariedade, sentido pra vida, felicidade.

Suas ilustrações fluem entre a narrativa da palavra e a narrativa visual, em livros que nos trazem um aprendizado infinito de vida. ♥

Via Brain Pickings.

Pra iniciar a semana um post rock que “só parece ser” frio como o shoegazzing Pra iniciar a semana um post rock que “só parece ser” frio como o shoegazzing


Trecho lindo do Vidas em 35  Milímetros:

Hace mucho frío… aún no empezamos el invierno pero el hielo traspasa los huesos, la Cordillera se pierde en el smog, las lluvias vienen en algunos momentos a besarnos, en la soledad y las luces, sigo sintiendo ese sonido nuevo del post rock que parece ser frío como el shoegazing, pero es tan grandioso como si fuese algo minimalista.  Aprendía a escuchar música de nuevo, gracias a nuevos seres, gracias a nuevos ojos recuperé el sonido, en medio de ese hermoso frío de Islandia, frente a esos pinceles que van relatando la historia en canciones, en esos ojos hermosos que contemplaban la belleza de sentir que siempre empezamos de nuevo.

Live from Heima DVD: Dirigido por Dean DeBlois, é um documentário e  DVD duplo sobre a turnê ao redor da Islândia no Verão de 2006 da banda Sigur Rós. Durante a turnê a banda tocou dois grandes concertos ao ar livre em Miklatún – Reykjavik (30 de Julho) e Asbyrgi (4 de Agosto). Além disso, um concerto de protesto contra a barragem Kárahnjúkar foi realizada no Snæfellsskála (03 de agosto). Heima foi lançado 05 de novembro de 2007, em duas edições, uma incluindo fotos atmosféricas em um livro que documentou a turnê.

Mais em http://en.wikipedia.org/wiki/Heima

Leica Oskar Barnack: Finalists’ portfolios Leica Oskar Barnack: Finalists’ portfolios


O Leica Oskar Barnack Award 2012 se divide em duas categorias: Leica Oskar Barnack e Leica Oskar Barnack Newcomer Award (fotógrafos profissionais até 25 anos).

Esta premiação é para fotógrafos que se distinguem pelo poder inconfundível de observação, de capturar e expressar a relação entre o homem e o ambiente. Isso tudo num portfólio compreendendo, no máximo, 12 imagens, nas quais se possa ser capaz de detectar, e documentar a interação entre os seres humanos e o meio ambiente por meio de uma visão contemporânea.

Nesses tempos multitasking em que vivemos, eu sei que é difícil, mas tentem se desconectar por alguns minutos de notícias, e-mails, Twitter, Facebook, Instagram e tudo o mais pra entrar nessa viagem.♡

Abraçados ao Invisível Abraçados ao Invisível

Mais um dos poemas lindos do Everton Behenck.

Overdoses de uma sensibilidade escancarada, numa alquimia de experiências emocionais, de significados que não se esgotam e permitem novas reinterpretações.