John Cooper Clarke – Mais do que um poeta John Cooper Clarke – Mais do que um poeta

John Cooper Clarke, chamado o poeta do punk, é uma figura fascinante, que foi um clássico na cena de Manchester a partir de 1977. Suas apresentações eram construções elaboradas numa mistura de performance, poesia, comedia e rock and roll. Estas atuações aconteciam na abertura de bandas punk e pós-punk, como Joy Division, Sex Pistols,The Fall, Buzzcocks e Siouxsie and the Banshees.

Gravou vários discos, os mais conhecidos entre 1978 e 1982, e viveu relações turbulentas nos anos 80: uma com a cantora Nico e a outra com a heroína . First its fun, then it isn’t, then its hell. I can’t really think of anything to add to that story. It seems to be the time worn trajectory.”

Ao ouvir John Cooper Clarke, apreende-se que ele usa as questões triviais da existência cotidiana – neste caso, seu vício em heroína – como uma história alegórica visando a uma compreensão mais profunda da condição humana:“It’s a tedious and narrow life”. Um dos seus poemas foram incluídos no single “Fluorescent Adolescent” pelos caras do Arctic Monkeys.

John Cooper Clarke, “Ou você ama ou nunca ouviu falar dele”. Bem, isso é de acordo com o documentário BBC4 chamado “Evidently… John Cooper Clarke”.