Paper Punk Paper Punk

Paper Punks são blocos geométricos usados pra criar brinquedos e objetos de arte incríveis. Foram idealizados pela artista Grace Hawthorne a fim de que se tornassem uma ferramenta lúdica, de motivação e incentivo do trabalho com as mãos. Dá pra montar de tudo: robôs, monstrinhos, carros, animais, bolo de aniversário, etc.

Eles são simples de usar, educativos, divertidos e lindos ♥.

É só adquirir um Paper Punk aquí no link.

Corpo sobre meu corpo Corpo sobre meu corpo

NADA TE PEÇO, NADA. VISITO, SIMPLESMENTE, O TEU CORPO DE CINZA. FALO-LHE DE MIM, ENTREGO-TE O MEU DESTINO. E DELE ME LIBERTO SÓ DE PERGUNTAR: QUE ME DARIAS SE EU TE PEDISSE A PAZ E SOUBESSES DE COMO A QUERO REVESTIDA POR UMA CROSTA DE SOL EM LIBERDADE?

Fragmento do poema Paz de Casimiro de Abreu.

Oil Painting do armênio Tigran Tsitoghdzyan via Fubiz.

Paisagem Humana Paisagem Humana

Imagens como estas atravessam subjetividades, que envolvem o fotógrafo, o receptor, a tecnologia, a época, a estética, e o contexto social. Representam um sem fim de ideias, percepções e emoções. ♥

Mais em http://k-a-t-i-e-.tumblr.com/

“Batman Meets Catwoman…Sort Of [Artwork]“ “Batman Meets Catwoman…Sort Of [Artwork]“

Encontrei poucas informações sobre o artista: DNAPNA é de Roma, ama fotografia, arte vetorial, desenho e fetichismo.

Achei no Geeks Are Sexy.

Not over till it’s over Not over till it’s over

not over from Toru Hayai on Vimeo.

Apaixonei-me por essa animação do japonês Toru Hayai: uma metáfora de resiliência pra vida.

Resiliência é um termo usado pra descrever um conjunto de qualidades que favorecem o processo de adaptação criativa, e transformação a despeito dos riscos e das adversidades.

Pra Cyrulnik , resiliência é “A arte de navegar nas torrentes”.♡

Achei no Fubbiz

Time Crossing Time Crossing

Lindo o trabalho da artista plástica Marta Bender, aqui de Porto Alegre.

Uma linguagem contemporânea realista que resgata o sentimento de intimidade, perdido em um mundo globalizado e imediato.

Encontrei no This isn’t hapiness.

Amor e Dor (clichê tão simples?) Amor e Dor (clichê tão simples?)

Um homem e uma mulher, aprisionados em seu desejo e dependência mútua: este é o tema do terceiro filme da série experimental do Sigur Rós, que se uniu ao diretor Alma Har’el para produzir esse interessante curta. “Fjögur piano” é a faixa de encerramento de seu último álbum Valtari.

Um clima onírico que retrata a adição ao outro, a vulnerabilidade e o vazio da perda da perspectiva de si próprio nessa relação de codependência amorosa.

Espaços que traduzem a identidade Espaços que traduzem a identidade

Acho interessante observar o universo masculino através da “arquitetura de interiores”!?
Esse é o home studio do artista, fotógrafo e ilustrador Curtis Kulig
Veja mais aqui.

http://theselby.com/12_20_11_CurtisKulig/slides/12_20_11_CurtisKulig42438.jpg