something else, something more something else, something more

The universe is always speaking to us. … Sending us little messages, causing coincidences and serendipities, reminding us to stop, to look around, to believe in something else, something more.
— Nancy Thayer

Obs: Serendipity é uma palavra intraduzível em português, embora alguns lingüistas proponham o termo “Serendipidade” (uma palavra tão horrível que é preferível usar a original). “Serendipity” significa mais ou menos uma coisa maravilhosa que ocorre por acaso… é usada para definir o momento em que se encontra algo precioso quando se está procurando por outra coisa (ou algo assim – a palavra já foi considerada uma das mais difíceis de ser traduzidas a partir do inglês).

Via psychedelic-tribe e Polifonias

Sobre A Vida Que Passa Sobre A Vida Que Passa

¿Qué haría yo sin lo absurdo y lo fugaz?
(Frida Kahlo)

Foto de Charles Bergquist

LEMBRA? LEMBRA?

“Lembra o tempo
em que você sentia

e sentir
era a forma
mais sábia de saber

E você nem sabia?”

Poema de Alice Ruiz
Foto de Paolo Collona

Imperitos Na Arte De Amar? Vertigem Offline Imperitos Na Arte De Amar? Vertigem Offline

Flanando pela web, encontrei no Blog das 3o pessoas, o texto Thoothpaste Kisses que é uma espécie de apologia do mundo offline.

O autor, de forma lúdica e romântica, faz lembrar de como a internet pode ter o efeito paradoxal de aproximar as pessoas, mas ao mesmo tempo produzir um distanciamento da vida.

Será que as mídias sociais inventaram um novo tipo de subjetividade nos relacionamentos? “Estamos tão Ultra conectados em e-mails, mensagens de texto e de voz; cutucadas (coisa insuportável), prods e tuites; alertas e comentários; links, tags e posts; fotos e vídeos; sites, blogs e vlogs; buscas, downloads, uploads, arquivos e pastas; feeds e filtros; murais, widgets, clounds; nomes de usuário, senhas e códigos de acesso; pop-ups e banners; rigtones e vibrações; aplicativos e check-in… Ufa! Não é hora de fazer um check-out?” Estas indagações merecem ser melhor metabolizadas, mas isto eu vou deixar pra um próximo post!? : )

Vamos pra este lindo mergulho no offline. Por Rodrigo Artur:

Mime a sua amada!

Com todo tipo esdrúxulo de carinho, que sejam as ridículas cartas de amor, o recados em Imessages, whatsapp e ICQs. E-mails old fashions, telefonemas acalorados com sorrisos fáceis brilhantes com o sol, daqueles de fazer inveja a produtores de comerciais de pasta de dentes. Que seja em horários improváveis, desde que escancarem a sua felicidade dependente da existência daquele outro. Quando ela ligar, mude a voz, use aquele timbre que somente os apaixonados decifram. Dedique músicas, monte coletâneas, eleja conjuntamente a trilha sonora do romance. Use nomes em diminutivos, a chame de amor, deixe claro o quanto ela é especial.

Diga breguices…que a AMA!

Quando encontrá-la embale, dê colo, beije, beije, beije como se fosse o último, morda, chupe, deixe marcas pelo seu corpo, afinal não é isso que os amantes fervorosos fazem, vá além, esqueça o sono, extrapole, não durma e nem a deixe dormir, não economize saliva e outros líquidos corporais. Não durma, nem depois do coito, conte histórias engraçadas, zombe dos mal amados, dos anteriores, sim, daqueles imperitos na arte do amar.

Faça de tudo para que seja DIVINO!

Foto de Eva Besnyö via don’t touch my moleskine

Back in 2000 – and dj, play a song for the lovers, tonight Back in 2000 – and dj, play a song for the lovers, tonight

Richard Ashcroft é o grande vocalista da banda “The Verve”, que com seus três álbuns ajudou a definir, juntamente com Oasis, Radiohead e Blur, o movimento Britpop que se estabeleceu no Reino Unido em meados da década de 90.

“A Song for the Lovers”, do ótimo disco “Alone With Everybody”, foi um megahit de 2000, que marcou a sua carreira solo. A canção foi inspirada no Joy Division, e seu título em um poema de Charles Bukowski.

Ashcroft é uma figura “shamânica” das clássicas estrelas do rock, que faz despertar nossos sentidos.

#ConfissõesAleatórias #ConfissõesAleatórias

Uma compilação de declarações confessionais do Tumblr, para descomplicar a vida. ♥

Imersão Na Psicolelia Lo-Fi De Kurt Vile Imersão Na Psicolelia Lo-Fi De Kurt Vile

Arranjos musicais simples e bem trabalhados, texturas suaves, canções melódicas e intimistas: Kurt Vile vem arrebatando corações com sua maturidade poética.

Leia a entrevista de Vile quando esteve no Brasil esse ano, abrindo o show para o grande guitarrista Thurston Moore, do Sonic Youth.

Corpo sobre meu corpo Corpo sobre meu corpo

NADA TE PEÇO, NADA. VISITO, SIMPLESMENTE, O TEU CORPO DE CINZA. FALO-LHE DE MIM, ENTREGO-TE O MEU DESTINO. E DELE ME LIBERTO SÓ DE PERGUNTAR: QUE ME DARIAS SE EU TE PEDISSE A PAZ E SOUBESSES DE COMO A QUERO REVESTIDA POR UMA CROSTA DE SOL EM LIBERDADE?

Fragmento do poema Paz de Casimiro de Abreu.

Oil Painting do armênio Tigran Tsitoghdzyan via Fubiz.