something else, something more something else, something more

The universe is always speaking to us. … Sending us little messages, causing coincidences and serendipities, reminding us to stop, to look around, to believe in something else, something more.
— Nancy Thayer

Obs: Serendipity é uma palavra intraduzível em português, embora alguns lingüistas proponham o termo “Serendipidade” (uma palavra tão horrível que é preferível usar a original). “Serendipity” significa mais ou menos uma coisa maravilhosa que ocorre por acaso… é usada para definir o momento em que se encontra algo precioso quando se está procurando por outra coisa (ou algo assim – a palavra já foi considerada uma das mais difíceis de ser traduzidas a partir do inglês).

Via psychedelic-tribe e Polifonias

Imperitos Na Arte De Amar? Vertigem Offline Imperitos Na Arte De Amar? Vertigem Offline

Flanando pela web, encontrei no Blog das 3o pessoas, o texto Thoothpaste Kisses que é uma espécie de apologia do mundo offline.

O autor, de forma lúdica e romântica, faz lembrar de como a internet pode ter o efeito paradoxal de aproximar as pessoas, mas ao mesmo tempo produzir um distanciamento da vida.

Será que as mídias sociais inventaram um novo tipo de subjetividade nos relacionamentos? “Estamos tão Ultra conectados em e-mails, mensagens de texto e de voz; cutucadas (coisa insuportável), prods e tuites; alertas e comentários; links, tags e posts; fotos e vídeos; sites, blogs e vlogs; buscas, downloads, uploads, arquivos e pastas; feeds e filtros; murais, widgets, clounds; nomes de usuário, senhas e códigos de acesso; pop-ups e banners; rigtones e vibrações; aplicativos e check-in… Ufa! Não é hora de fazer um check-out?” Estas indagações merecem ser melhor metabolizadas, mas isto eu vou deixar pra um próximo post!? : )

Vamos pra este lindo mergulho no offline. Por Rodrigo Artur:

Mime a sua amada!

Com todo tipo esdrúxulo de carinho, que sejam as ridículas cartas de amor, o recados em Imessages, whatsapp e ICQs. E-mails old fashions, telefonemas acalorados com sorrisos fáceis brilhantes com o sol, daqueles de fazer inveja a produtores de comerciais de pasta de dentes. Que seja em horários improváveis, desde que escancarem a sua felicidade dependente da existência daquele outro. Quando ela ligar, mude a voz, use aquele timbre que somente os apaixonados decifram. Dedique músicas, monte coletâneas, eleja conjuntamente a trilha sonora do romance. Use nomes em diminutivos, a chame de amor, deixe claro o quanto ela é especial.

Diga breguices…que a AMA!

Quando encontrá-la embale, dê colo, beije, beije, beije como se fosse o último, morda, chupe, deixe marcas pelo seu corpo, afinal não é isso que os amantes fervorosos fazem, vá além, esqueça o sono, extrapole, não durma e nem a deixe dormir, não economize saliva e outros líquidos corporais. Não durma, nem depois do coito, conte histórias engraçadas, zombe dos mal amados, dos anteriores, sim, daqueles imperitos na arte do amar.

Faça de tudo para que seja DIVINO!

Foto de Eva Besnyö via don’t touch my moleskine

Back in 2000 – and dj, play a song for the lovers, tonight Back in 2000 – and dj, play a song for the lovers, tonight

Richard Ashcroft é o grande vocalista da banda “The Verve”, que com seus três álbuns ajudou a definir, juntamente com Oasis, Radiohead e Blur, o movimento Britpop que se estabeleceu no Reino Unido em meados da década de 90.

“A Song for the Lovers”, do ótimo disco “Alone With Everybody”, foi um megahit de 2000, que marcou a sua carreira solo. A canção foi inspirada no Joy Division, e seu título em um poema de Charles Bukowski.

Ashcroft é uma figura “shamânica” das clássicas estrelas do rock, que faz despertar nossos sentidos.

29 Beijos Pra Lhe Dar 29 Beijos Pra Lhe Dar

A cantora baiana Marcia Castro lançou seu segundo disco “De Pés no Chão”, trazendo uma brasilidade pop com antigas canções e clássicos da MPB.

A música 29 beijos, de Moraes Moreira e Luiz Galvão, fazia parte de um compacto da fase roqueira dos Novos Baianos. Na versão de Márcia, ela se transforma num híbrido de samba e tango, em dueto com Helio Flanders (Vanguart), no disco e no vídeo.

Entre as releituras, além das canções dos Novos Baianos, como Preta Pretinha e 29 Beijos, o álbum apresenta: Você Gosta, de Tom Zé e Hermes Aquino; Crazy Pop Rock, de Gilberto Gil e Jorge Mautner; e História de Fogo, de Otto.

Foto Reprodução

Pra Sensualizar A Semana Pra Sensualizar A Semana

Scarlett Johansson gravou a música “Bonnie & Clyde”, de Serge Gainsbourg. Na nova versão, ela sussurra a letra em inglês, em parceria com o filho do autor, Lulu Gainsbourg. ♥

“A música fará parte do disco “From Gainsbourg to Lulu”, com lançamento previsto para 30 de outubro nos EUA, onde o filho do famoso cantor e compositor francês revisita a obra do pai com a participação de celebridades como Johnny Depp, Rufus Wainwright e Iggy Pop”.

Abaixo, outro dueto lindo na versão de Dean e Britta da banda novayorkina Luna.

Corpo sobre meu corpo Corpo sobre meu corpo

NADA TE PEÇO, NADA. VISITO, SIMPLESMENTE, O TEU CORPO DE CINZA. FALO-LHE DE MIM, ENTREGO-TE O MEU DESTINO. E DELE ME LIBERTO SÓ DE PERGUNTAR: QUE ME DARIAS SE EU TE PEDISSE A PAZ E SOUBESSES DE COMO A QUERO REVESTIDA POR UMA CROSTA DE SOL EM LIBERDADE?

Fragmento do poema Paz de Casimiro de Abreu.

Oil Painting do armênio Tigran Tsitoghdzyan via Fubiz.

Domestic Scene Domestic Scene

Sabe quando rola sincronia de emoções e referências através da música? Pois é assim com o Jaime, do Warehouse songs and stories. Não resisti e roubei esse post pra colocar aqui. ♥

“The Radio Dept. = LOVE

2003, ano que Sofia Coppola lança o Lost In Translation recheado de trilhas nostálgicas Shoegaze e ano em que o Radio Dept. lança seu album de estréia, Lesser Matters. O que isso tem a ver? Sofia Coppola disse em diversas entrevistas na época sobre uma nova banda suéca que ela estava apaixonada.
2006, ela lança o Maria Antonietta e, fiél as suas palavras, coloca 3 músicas na trilha, dando ao lançamento do clássico Pet Grief um plus e, dentro do despretensionismo da banda, atingem um respeito grandioso no cenário mundial e inicam a nova geração do shoegaze/dreampop sintetizado.
É impossível lembrar de Radio Dept. e não relacionar ao clima bucólico do Lost In Translation ou do universo da solidão contemporânea.
Outro fato que me lembra com carinho a banda é que, em 2010, quando lançaram o Clinging, eu estava passando férias na casa dos meus pais ouvindo Domestic Scene pela décima vez em repeat, até que minha vó, Sra. Marianne, de 97 anos, entra no quarto e diz, “fio, que música mais linda!”. Respeito, né?
E só pra constar, na minha lista de melhores albuns de 2011, o Passive Aggressive constou simplesmente em primeiríssimo lugar”.

Após o sucesso do Crowdfunding, os suecos do The Radio Dept. se apresentaram ontem no Beco SP.

TESS TESS

TESS é a nova banda do músico Daniel Tessler (ex-Efervescentes), que conta também com Saymond Roos (Reverso Revolver), Rodrigo Fischmann (Dingo Bells) e João Augusto (Stratopumas).

O disco da Banda, que está pra sair, leva o nome do grupo e foi gravado entre Porto Alegre e Gramado, com produção e mixagem de Vini Tonello, e masterizado no lendário Abbey Road Studios, em Londres. Tudo com direção artística e A&R de Raul Albornoz. Segundo Daniel, “É um disco de rock, mas é um disco que é uma declaração de amor”. A mais forte influência da TESS vem dos Beatles e de referências de bandas como The Killers, Supergrass, Arctic Monkeys, Miles Kane.

Encontrei no Debora Tessler Conteúdo essa tradução de identidade do Daniel que diz que ele “gosta das coisas transbordando: do copo de cerveja a um choro sem explicação, o importante é que transborde. Musicalmente, adora coisas crocantes, como soul, disco, rock e jazz, mas acha que o que vale mesmo é o primeiro take”. ♡

Tem uma entrevista bacana dele na Noize.